segunda-feira, 25 de julho de 2011

Days Juliana Moreira


Simpatia é a palavra chave para essa linda menina, traços e olhares fortes Days Moreira esbanja doces alegrias, foi assim no percorrer de suas fotos. Escolhemos a Estancia Turistica de Santa Fé do Sul com o por do sol logo em vista Days delirou com o lugar encantado e mágico.









Privacidade Todos os direitos reservados © Edmar Almeida

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Sombras I Silhuetas I Contra-Luz

Imagens de silhuetas demonstram o quão interessante pode ser quebrar as “regras” da fotografia ocasionalmente. É relativamente fácil fotografar silhuetas em contraluz – muitos fotógrafos novatos fazem isso o tempo todo. Eles apenas não fazem sempre de propósito.

Aproveite a iluminação natural do outono, quando os raios solares costumam incidir de forma mais inclinada e consequentemente proporcionam um melhor ambiente para fotos em contraluz.

Escolha o objeto ideal

O que você deve registrar como silhueta? Se as condições de luz estiverem boas, você pode transformar praticamente qualquer objeto em silhueta, mas nem todo objeto terá uma boa aparência como uma sombra. Lembre-se que uma silhueta não tem muitos detalhes – são apenas traços preenchidos pela sombra.
Consequentemente, você deve procurar por objetos que possuam formas marcantes e de fácil reconhecimento. Um objeto complexo pode não funcionar, especialmente se você precisar ver detalhes para entender o que significa.

Fotografei um transformista Marcela M. em minha cidade veja o resultado do ensaio.



Como realizar isso? Configure sua câmera

Você pode obter bons resultados com qualquer câmera e qualquer tipo de controle de exposição. Primeiramente, desligue o flash da câmera, pois você não quer nenhum tipo de luz atrapalhando sua composição. Em seguida, ajuste o modo de exposição. Não há necessidade de ficar configurando muitas coisas também; você pode deixar sua câmera no modo automático.
Porém, o ideal seria tirar o melhor proveito da função exposição de sua câmera. Como alguns sabem, virtualmente todas as câmeras digitais ajustam a exposição quando o botão do obturador é pressionado pela metade. Isto permite que você aponte a câmera onde quer que a mesma meça a exposição e então fique “livre” para arrumar a composição da foto.
Mas e se sua câmera não possuir uma função de exposição? Então você pode tentar usar o compensador de exposição. Tire uma foto normalmente, mas ajuste a compensação da exposição da câmera (geralmente abreviada como EV) para -2 ou -3. Isto deixará a foto subexposta, deixando o objeto mais escuro. Será necessário você fazer alguns testes variando o EV até conseguir o resultado esperado.

Mantenha o foco no objeto

Claro, você também quer manter o foco e, para melhores resultados, o ideal é deixar o objeto o mais nítido possível. Se o seu objeto estiver longe o suficiente, não haverá problema, pois quando a exposição for ajustada com o fundo de luz, ela deixará o foco como infinito e você terá boas imagens. Mas se o objeto estiver muito próximo, ele estará em um alcance focal diferente do background, e sua silhueta ficará borrada.
A solução? Verifique no manual da sua câmera se existe alguma forma de selecionar a exposição e o foco separadamente. Se tiver, use esse modo para evitar que o foco busque apenas o background quando você ajustar a exposição.
Se isso não for possível, mude a configuração de sua câmera para foco manual e defina a focagem do objeto você mesmo. Pode não ser tão conveniente quanto uma focagem automática, mas fará uma grande diferença em sua foto.

Em ação

Agora é hora de colocar tudo isso em prática. A melhor forma de começar a fotografar uma silhueta em contraluz é posicionar-se corretamente, para que o objeto fique entre você e o fundo iluminado, como o céu ou luzes artificiais.
Aponte a câmera diretamente para a parte mais iluminada da cena e pressione pela metade o botão do obturador, para que a mesma ajuste a exposição.
Então, enquanto segura o botão do obturador pela metade, recomponha sua imagem e fotografe. Se tudo correr bem, você terá a sombra de um objeto, já que a exposição foi calculada com base no background mais claro.
Mas se o seu objeto não ficou muito bem demarcado, você pode tentar novamente dessa vez subexpondo ainda mais a imagem, utilizando o controle de exposição compensada de sua câmera.


Privacidade Todos os direitos reservados © Edmar Almeida

segunda-feira, 11 de julho de 2011

domingo, 3 de julho de 2011

Eliana Rocha

Uma realização e produção Equipe Edmar Almeida © 2011 - Privacidade Todos direitos reservados.
Modelo Eliana Rocha
Fotos Edmar Almeida e Equipe
Local Estada Vicinal Vitória Brasil à Jales SP © 2011.
















contatos: (17)3642.1303
edmarbrunoalmeida@gmail.com
















quarta-feira, 8 de junho de 2011

Incrível! Jamie Beck – Cinemagraphs

Você sabe o que é um gif? São aquelas imagens, normalmente com caráter humorístico, que se repetem em um “vídeo de poucos frames”. Jamie Beck, fotógrafa de Nova Iorque, traz uma nova visão, acrescentando sensibilidade e muito realismo. As obras, denominadas “Cinemagraphs”, misturam filme e fotografia.










Ainda nao temos nenhum tipo desse trabalho registrado no Brasil... Lindo não?

domingo, 22 de maio de 2011

Karl Lagerfeld lança novo curta para Chanel

Karl Lagerfeld está novamente atrás das câmeras em um filme de 30 minutos que será apresentado logo após o desfile da Cruise Collection da Chanel, em Cap D’Antibes, nesta segunda-feira (09.05), e disponibilizado online no dia seguinte no chanel.com. O curta chama-se “The Tale of a Fairy”, e nas palavras do autor e diretor criativo da Chanel, “algumas pessoas podem ficar chocadas” com seu conteúdo.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Madame Peripetie..umm yeah...

Madame Peripetie ou Sylwana Zybura é uma fotógrafa conceptual polaca a viver na Alemanha.
O seu estilo explora os limites entre a moda, a escultura e o corpo humano. A mistura de elementos de alta-costura com ideias abstractas e conceptuais, criam uma aventura excêntrica de cor e textura.
Agradam-lhe novas experiências de polimorfismo e de transformação do corpo humano, revelando surrealismo na forma como aborda as perspectivas, o estilo, as poses e os materiais.
Com ela a moda roça a escultura e a imagética uma espécie de punk. Adereços na cabeça e conjugações improváveis de peças mostram seres, mais ou menos humanos, que habitam lugares insólitos, onde o quotidiano não está minimamente presente.
As suas criações incluem o surrealismo e o dadaísmo, bem como evocam a era new wave dos anos 80 e a cena pós-punk britânica.










Gostou? Acesse

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Fotografia: Natureza Morta

Quando se trata em fotografia de natureza morta o fotógrafo tem grande controle sobre todos os elementos que compõem a foto. Esse tipo de fotografia não exige espaço e nem custa caro, e só vai depender do clima se estiver fotografando com luz natural. Basicamente, trata-se fotografar qualquer objeto ou conjunto de objetos inanimados e colocá-los em um contexto que conte uma história ou transmita uma emoção. 

A fotografia digital faz com que seja mais fácil do que nunca aprender essas habilidades. Usando a mesa da sua cozinha, algumas luzes simples e um pouco de imaginação, você pode fazer imagens maravilhosas de natureza-morta.

Entre os equipamentos que você vai precisar para fotografar o mais importante sem sombra de dúvidas é um bom tripé. A probabilidade que você irá fotografar com velocidade baixa de obturação é muito grande, a menos que as luzes sejam muito fortes ou você use flash. Outro bom motivo para que você use um tripé é que ele lhe permite manter a posição da câmera enquanto você ajusta a iluminação e manipula a composição da cena antes de clicar.




Se tratando em fotografar natureza morta, a iluminação é dos fatores mais importantes entre os elementos compositores da fotografia.  Há uma ampla variedade de tipos de iluminação disponíveis, desde iluminação de estúdio dispendiosa até lâmpadas de leitura comuns. Se você não tiver nenhum tipo de luz de estúdio, não precisa entrar em desespero. Alguns rebatedores feitos em casa, ou um difusor para a luz do sol, ou o seu disparador de flash podem expandir e aprimorar a sua iluminação.

Quando o assunto é fundo bom para fotografia de natureza morta temos duas boas opções: o preto e o branco.  Eles podem ser feitos com qualquer superfície que você preferir: acrílico, fórmica, tecido, veludo, tela pintada etc. Conforme você adquirir prática e coragem de se aventurar mais, faça testes com padrões e texturas. Ou compre telas de pintura e crie seus próprios fundos.

Fundo Preto


O fundo inteiramente preto é o tipo de fundo que sugerimos para quem está começando. Uma boa dica é que fundo preto de veludo porque ele absorve qualquer luz que incide sobre ele, o resultado é uma foto sem sombras e reflexos nas fotos. O veludo deve ser colocado de modo que o objeto fotografado fique em uma ponta do pano com o resto amarrado por cima de uma armação apropriada. O fundo não pode ter emendas.

Fundo Branco


Um fundo branco pode ser usado mais ou menos da mesma maneira que o preto, com a diferença de que haverá sombras na imagem. Existe uma técnica a ser utilizada com o fundo branco para dar uma impressão que os objetos estão flutuando no ar. A iluminação do fundo tem que ser separada do objeto e deve ser cerca de dois pontos mais forte que a do objeto a ser fotografado.

Veja como funciona: pegue um pedaço de vidro limpo e o apóie entre duas cadeiras. Ajeite seu objeto em cima desse vidro e ajuste suas luzes de modo que o objeto esteja iluminado da maneira desejada. Fotografe de cima com sua câmera sobre o tripé. No chão, embaixo do vidro, estenda um lençol branco e o ilumine separadamente, de modo a ficar dois pontos mais claro do que o objeto.

Se a leitura do fotômetro do objeto for 1/30 segundo em f/8, então a leitura de luz do lençol deve ser de pelo menos 1/30 segundo em f/16. Assim, você garante que o fundo vai ficar “estourado” e que a distância do objeto até o fundo será grande o bastante para garantir que sairá totalmente fora de foco, sem nenhuma textura visível.

Fundo Translúcido

Caso você compre um pedaço grande acrílico translúcido, você pode expandir ainda mais suas ideias de natureza morta. O acrílico exigirá algum tipo de moldura de suporte para que se curve suavemente no meio, formando uma espécie de arco. Quando a luz atingir o acrílico de baixo com uma luz separada, o objeto passará a impressão de estar flutuando no ar.

Há outros tipos de fundos que podem ser utilizados na fotografia de natureza morta. Tecidos que complementem os tons e as texturas do seu objeto, dispostos de maneira a fazer com que a luz crie contornos interessantes que possam produzir resultados incríveis. Olhe para o ambiente ao seu redor e preste bastante atenção para detectar coisas que possam ser usadas como fundos interessantes. Um monte de folhas secas, pedrinhas na praia ou areia podem fornecer textura e forma que adicionam beleza à sua imagem de natureza-morta.

Esses são fundos básicos, mas não tenha medo de fazer experiências. Se você chegar à conclusão de que seu interesse está em natureza-morte e fotografia de produtos, talvez seja bom pensar em adquirir equipamento de iluminação comercial de estúdio. Recomendo insistentemente que você experimente primeiro a alternativa “faça você mesmo”, ainda que for só para aprender. Quanto mais você praticar com a iluminação, melhores suas fotos vão sair.

Outros Exemplos:




quarta-feira, 20 de abril de 2011

A photo a day [ UMA FOTO POR DIA ]

20 de Abril de 2011. Título: Banho de Chuva, 13:12 pm . Classificação fotográfica: Macro