domingo, 22 de maio de 2011

Karl Lagerfeld lança novo curta para Chanel

Karl Lagerfeld está novamente atrás das câmeras em um filme de 30 minutos que será apresentado logo após o desfile da Cruise Collection da Chanel, em Cap D’Antibes, nesta segunda-feira (09.05), e disponibilizado online no dia seguinte no chanel.com. O curta chama-se “The Tale of a Fairy”, e nas palavras do autor e diretor criativo da Chanel, “algumas pessoas podem ficar chocadas” com seu conteúdo.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Madame Peripetie..umm yeah...

Madame Peripetie ou Sylwana Zybura é uma fotógrafa conceptual polaca a viver na Alemanha.
O seu estilo explora os limites entre a moda, a escultura e o corpo humano. A mistura de elementos de alta-costura com ideias abstractas e conceptuais, criam uma aventura excêntrica de cor e textura.
Agradam-lhe novas experiências de polimorfismo e de transformação do corpo humano, revelando surrealismo na forma como aborda as perspectivas, o estilo, as poses e os materiais.
Com ela a moda roça a escultura e a imagética uma espécie de punk. Adereços na cabeça e conjugações improváveis de peças mostram seres, mais ou menos humanos, que habitam lugares insólitos, onde o quotidiano não está minimamente presente.
As suas criações incluem o surrealismo e o dadaísmo, bem como evocam a era new wave dos anos 80 e a cena pós-punk britânica.










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quinta-feira, 12 de maio de 2011

Fotografia: Natureza Morta

Quando se trata em fotografia de natureza morta o fotógrafo tem grande controle sobre todos os elementos que compõem a foto. Esse tipo de fotografia não exige espaço e nem custa caro, e só vai depender do clima se estiver fotografando com luz natural. Basicamente, trata-se fotografar qualquer objeto ou conjunto de objetos inanimados e colocá-los em um contexto que conte uma história ou transmita uma emoção. 

A fotografia digital faz com que seja mais fácil do que nunca aprender essas habilidades. Usando a mesa da sua cozinha, algumas luzes simples e um pouco de imaginação, você pode fazer imagens maravilhosas de natureza-morta.

Entre os equipamentos que você vai precisar para fotografar o mais importante sem sombra de dúvidas é um bom tripé. A probabilidade que você irá fotografar com velocidade baixa de obturação é muito grande, a menos que as luzes sejam muito fortes ou você use flash. Outro bom motivo para que você use um tripé é que ele lhe permite manter a posição da câmera enquanto você ajusta a iluminação e manipula a composição da cena antes de clicar.




Se tratando em fotografar natureza morta, a iluminação é dos fatores mais importantes entre os elementos compositores da fotografia.  Há uma ampla variedade de tipos de iluminação disponíveis, desde iluminação de estúdio dispendiosa até lâmpadas de leitura comuns. Se você não tiver nenhum tipo de luz de estúdio, não precisa entrar em desespero. Alguns rebatedores feitos em casa, ou um difusor para a luz do sol, ou o seu disparador de flash podem expandir e aprimorar a sua iluminação.

Quando o assunto é fundo bom para fotografia de natureza morta temos duas boas opções: o preto e o branco.  Eles podem ser feitos com qualquer superfície que você preferir: acrílico, fórmica, tecido, veludo, tela pintada etc. Conforme você adquirir prática e coragem de se aventurar mais, faça testes com padrões e texturas. Ou compre telas de pintura e crie seus próprios fundos.

Fundo Preto


O fundo inteiramente preto é o tipo de fundo que sugerimos para quem está começando. Uma boa dica é que fundo preto de veludo porque ele absorve qualquer luz que incide sobre ele, o resultado é uma foto sem sombras e reflexos nas fotos. O veludo deve ser colocado de modo que o objeto fotografado fique em uma ponta do pano com o resto amarrado por cima de uma armação apropriada. O fundo não pode ter emendas.

Fundo Branco


Um fundo branco pode ser usado mais ou menos da mesma maneira que o preto, com a diferença de que haverá sombras na imagem. Existe uma técnica a ser utilizada com o fundo branco para dar uma impressão que os objetos estão flutuando no ar. A iluminação do fundo tem que ser separada do objeto e deve ser cerca de dois pontos mais forte que a do objeto a ser fotografado.

Veja como funciona: pegue um pedaço de vidro limpo e o apóie entre duas cadeiras. Ajeite seu objeto em cima desse vidro e ajuste suas luzes de modo que o objeto esteja iluminado da maneira desejada. Fotografe de cima com sua câmera sobre o tripé. No chão, embaixo do vidro, estenda um lençol branco e o ilumine separadamente, de modo a ficar dois pontos mais claro do que o objeto.

Se a leitura do fotômetro do objeto for 1/30 segundo em f/8, então a leitura de luz do lençol deve ser de pelo menos 1/30 segundo em f/16. Assim, você garante que o fundo vai ficar “estourado” e que a distância do objeto até o fundo será grande o bastante para garantir que sairá totalmente fora de foco, sem nenhuma textura visível.

Fundo Translúcido

Caso você compre um pedaço grande acrílico translúcido, você pode expandir ainda mais suas ideias de natureza morta. O acrílico exigirá algum tipo de moldura de suporte para que se curve suavemente no meio, formando uma espécie de arco. Quando a luz atingir o acrílico de baixo com uma luz separada, o objeto passará a impressão de estar flutuando no ar.

Há outros tipos de fundos que podem ser utilizados na fotografia de natureza morta. Tecidos que complementem os tons e as texturas do seu objeto, dispostos de maneira a fazer com que a luz crie contornos interessantes que possam produzir resultados incríveis. Olhe para o ambiente ao seu redor e preste bastante atenção para detectar coisas que possam ser usadas como fundos interessantes. Um monte de folhas secas, pedrinhas na praia ou areia podem fornecer textura e forma que adicionam beleza à sua imagem de natureza-morta.

Esses são fundos básicos, mas não tenha medo de fazer experiências. Se você chegar à conclusão de que seu interesse está em natureza-morte e fotografia de produtos, talvez seja bom pensar em adquirir equipamento de iluminação comercial de estúdio. Recomendo insistentemente que você experimente primeiro a alternativa “faça você mesmo”, ainda que for só para aprender. Quanto mais você praticar com a iluminação, melhores suas fotos vão sair.

Outros Exemplos:




quarta-feira, 20 de abril de 2011

A photo a day [ UMA FOTO POR DIA ]

20 de Abril de 2011. Título: Banho de Chuva, 13:12 pm . Classificação fotográfica: Macro

segunda-feira, 18 de abril de 2011

As 5 virtudes da edição

A Sara pediu lá nos comentários e eu gostei da ideia! Embora não seja tão polêmico dizer os acertos, será um ótimo complemento para o texto “Os 10 pecados da edição”. Para variar tem mais itens de pecado do que aqui, mas isso é porque reclamar é sempre mais fácil, né? rs… vamos lá, quais são as 5 virtudes da edição:

1. Corrigir o balanço de cor

As cores da sua foto podem estar diferentes da realidade por vários motivos: sua câmera está um pouquinho descalibrada, luzes muito variadas e malucas no local, balanço de branco difícil de fazer na hora… se você está fotografando em RAW corrigir o balanço de cor é mamão com açúcar. Com um simples conta gotas e uma área cinza você faz o balanço de cor da sua foto.



2. Criar efeitos que têm algum significado

Os efeitos da moda são passageiros. Já efeitos que têm algum significado ficam pra sempre. Por exemplo: agora que estamos no outono adiciono um efeito (um simples preset que criei no Lightroom) que deixa as cores verdes mais amareladas. Assim, mesmo aqui no Brasil as cores não mudando drasticamente, dá para notar que a foto foi feita no outono. Esse é um exemplo de efeito que mesmo não sendo muito discreto tem um objetivo



3. Usar vinhetas com parcimônia

Embora eu adore falar mal das pobres vinhetas, elas não são tão ruins assim. O problema é sempre o uso exagerado (e isso vale pra tudo!) Usando a vinheta de forma delicada, para chamar mais atenção para o centro da foto, ela pode sim ser sua aliada.



4. Corrigir defeitos de pele que não são permanentes

Quando fazemos um retrato queremos buscar o melhor daquela pessoa, não uma pessoa diferente! Porém existem defeitinhos que não fazem parte dela. Espinhas, machucadinhos e outros problemas temporários podem ser retirados e sua foto ainda vai ficar verdadeira.



5. Adicionar nitidez em fotos digitais

Todo mundo já sabe que as fotos digitais carecem de duas coisas, em comparação às fotos de filme: nitidez e profundidade. Isso é fácil e normalmente necessário de arrumar na edição. No Lightroom, por exemplo, temos um ótimo painel de nitidez (Sharpness) e também de profundidade (Clarity.) Use e abuse dessas ferramentas para deixar sua foto ainda mais bonita.

Still-Life

(by Edmar Almeida)

Still Life é uma das “categorias” da fotografia. Ao pé da letra, significa foto parada, sem movimento. Ela se aplica às fotos de produtos, muitas vezes utilizado para a publicidade, mas está sempre colocando em teste a criatividade e as técnicas de um fotografo. Neste tipo de fotografia temos o controle total sobre o objeto, tanto na luz como na sua composição.
A coisa mais importante quando se fotografa still life é a luz. Não só o tipo de luz mas a direção da mesma, faz uma grande diferença no resultado final da fotografia. Usar a luz do dia que passa pela janela, ou mesmo uma luz artificial são algumas opções na hora de fotografar. A luz lateral é usada para dar uma aparência 3D na foto, luz frontal da um resultado mais direto e luz por trás do objeto cria um efeito mais dramático.
Brincar com as cores e com a composição… uma das coisas que mais gosto nas revistas femininas, é observar as imagens deste estilo fotográfico. Acredito que os fotógrafos desta modalidade vivem em uma busca constante procurando novas maneiras criativas de montar seus editoriais.
Philip Toledano encontrou uma maneira muito sutil e delicada para fazer still de peças de roupas. Ele usou balões de festa, não ficou lindo?



Vou tentar fazer deste assunto uma Tag aqui no meu blog, ok?! Assim falamos de fotografia, de moda, de beleza, de cosméticos… rs!!!
Abraços deixe seu comentário ate a próxima...

sábado, 16 de abril de 2011

A one photo day... Uma foto por dia

16 de Abril de 2011. Título:  Cansumismo Capitalista, 16:44 pm . Classificação fotográfica: Macro

quinta-feira, 14 de abril de 2011

André Brito

De Portugal para o Mundo, Fotografo André Brito dispensa comentário, confira alguns de seus trabalhos que estão e ja ganharam o mundo da fotografia:













Site Pessoal: www.andrebrito.com

Visitem a galeria de imagens de beleza: www.olhares.com/abbeauty
Todos direitos reservados ABrito Portugal

segunda-feira, 28 de março de 2011

Vida Campestre

Deus e Eu no Sertão
Composição : Victor Chaves


Nunca vi ninguém
Viver tão feliz
Como eu no sertão
Perto de uma mata
E de um ribeirão
Deus e eu no sertão
Casa simplesinha
Rede pra dormir
De noite um show no céu
Deito pra assistir
Deus e eu no sertão
Das horas não sei
Mas vejo o clarão
Lá vou eu cuidar do chão
Trabalho cantando
A terra é a inspiração
Deus e eu no sertão 
Não há solidão
Tem festa lá na vila
Depois da missa vou
Ver minha menina
De volta pra casa
Queima a lenha no fogão
E junto ao som da mata
Vou eu e um violão
Deus e eu no sertão 

Vídeo Oficial Vitor e Leo

quinta-feira, 10 de março de 2011

Amor pela fotografia no cinema

"Todo momento pode ser especial"


O novo comercial da Canon, além de ultrapassar a barreira dos 30 segundos publicitários, enche os olhos de beleza. Todo momento pode ser especial; a partir deste mote, o filme foi desenvolvido de maneira singela e cativante, com uma trama bem amarrada e comovente. Esta é a primeira campanha da Giovanni+Draftfcb para Canon câmeras digitais, que conta ainda com a direção do redator publicitário e cineasta Heitor Dhalia (O Cheiro do Ralo 2006 e  À Deriva 2009).

Veja o comercial abaixo:




Creditos